Friday, August 31, 2007

inFormação

Há uma dúvida que as pessoas que não têm pacemaker, normalmente colocam que é a questão de como se troca a bateria do pacemaker? Pois, quando é necessário trocar a bateria, temos que trocar o pacemaker também. É uma operação identica á da colocação do pacemaker pela primeira vez, excepto que não é necessário a introdução dos electrodos que levam o sinal do pacemaker ao(s) cateter(es) que estão no coração.

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Wednesday, August 29, 2007

Colocação de um pacemaker por engano

Nestas pequenas (mas bem merecidas) férias estive em Viena, Austria, onde me contaram uma história bem engraçada.

Um jugoslavo entrou no hospital para receber tratamento ao reumatismo, partiu uma perna e, por engano, o hospital colocou-lhe um pacemaker!

Tudo aconteceu a 1 de Julho quando um indivíduo (o senhor Jovanovic de 52 anos) entrou no hospital Wilhelmina queixando-se de dores reumáticas. Passados três dias, escorregou num pavimento molhado e partiu uma pena. A perna foi engessada e, a 16 de Julho, quando se encontrava a recuperar levaram-no para uma cirurgia. Quando acordou da anestesia tinha uma pequena incisão no lado direito do peito devida ao pacemaker que lhe fora colocado. O director do departamento cirúrgico (Dr. Wilhelm Vecsei) informou que, aparentemente, tinha havia um mal entendido quando perguntaram em alemão ao senhor se era ele o doente do coração que  estava à espera da operação.

O senhor Jovanovic foi sujeito a nova operação a 4 de Agosto para lhe ser retirado o pacemaker.

Tudo isto ocorreu no longínquo ano de 1982

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Tuesday, August 28, 2007

inFormação

Hoje em dia, quando colocamos um pacemaker sabemos que é necessário passado alguns anos mudar a bateria do mesmo. Acontece que existem várias equipas a trabalhar na possibilidade de que o pacemaker do futuro, não necessite de bateria! Tal vai ser possível, porque os pacemakers vão ter um micro-gerador que produz electricidade sempre que o paciente se move.

Só falta saber quando estes pacemakers vão estar disponíveis….

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Monday, August 20, 2007

Colocado um pacemaker numa paciente com 100 anos

Estou a passar uns dias em Praga, na Repúbilca Checa, e como sempre estou atento a informações relacionadas com os pacemakers. Fiquei a saber, que uma paciente de nome Ludmila Koukolikova, foi uma das últimas pessoas a quem foi implementado um pacemaker no hospital  Homolce aqui em Praga. A curiosidade é que esta senhora tem a bonita idade de 100 anos. Os médicos disseram que numa visita de rotina foi diagnosticada uma necessidade de colocação de uma pacemaker. A senhora tinha tido um probelma cardiaco à dois anos. Hoje e após a colocação do pacemaker encontra-se em perfeitas condições. O pacemaker colocado é extremamente fino e pesa somente 18 gramas.
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Monday, August 13, 2007

inFormação

Denominação dos tipos de gerador
Perante o enorme avanço da tecnologia dos pacemakers, com múltiplas possibilidades de programação, múltiplos modos de estimulação, verificou-se que o melhor seria criar um código universal para que as funções de qualquer aparelho fossem claras para todos. Assim convencionou-se um código de letras em que:
O – nenhuma;
A – aurícula;
V – ventrículo;
I – inibido;
D – Dual (2câmaras);
R – resposta em frequência

1ª Letra representa a câmara estimulada
2ª Letra representa a câmara em que se faz a detecção
3ª Letra representa o tipo de resposta à detecção
4ª Letra representa a resposta em frequência
Alguns autores tem tentado acrescentar mais uma ou duas letras para definirem as novas funções dos geradores o que não tem sido consensual. Assim, e como exemplo: VVI (eléctrodo implantado no ventrículo, estimulação do ventrículo e inibido perante o ritmo ventricular espontâneo. VVIR( igual ao anterior mas a frequência é variável de acordo com as necessidades), DDD (1 eléctrodo na aurícula e outro no ventrículo, estimulação de ambas as câmaras e inibe-se perante o ritmo espontâneo quer da aurícula quer do ventrículo), DDDR( igual ao anterior mas com resposta em frequência), VDD (trata-se de uma modalidade especial em que existe somente 1 electrocateter implantado no ventrículo e que dispõe de um sensor localizado na aurícula. Este sensor vai captar as ondas emitidas pela aurícula, mais propriamente pelo nódulo sinusal estimulando o ventrículo com a frequência dessas ondas. Inibe-se perante o ritmo espontâneo de ambas as câmaras). fonte:APPPCDIs

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Tuesday, August 7, 2007

O Rui Pedro, quer saber o que é um CDI.

O Cardioversordesfibrilhador Implantável (CDI) é um conjunto formado por gerador e electrocateter implantados no organismo com a função de detectarem arritmias graves, de frequência rápida e de as tratar emitindo automaticamente descargas eléctricas capazes de as terminar restaurando o ritmo cardíaco normal. O gerador, em tudo semelhante ao pacemaker, é um pequeno computador alimentado por uma bateria e é o avanço mais espectacular no tratamento das arritmias. A 1ª implantação no homem foi efectuada em 1980 e a partir daí o número de implantações tem crescido a cada ano que passa. Também os avanços tecnológicos nesta área tem sido enormes uma vez que estes aparelhos possuem hoje, para além da capacidade para fazer desfibrilhação e cardioversão eléctricas,a capacidade de estimulação antitaquicardia e antibradicardia, bem como uma enorme capacidade diagnostica. (Fonte APPPCDI)
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Monday, August 6, 2007

Implantação de um pacemaker

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Vivências

Após a cirurgia

Após a cirurgia temos que ficar numa sala de recobro no hospital. Nesta altura podemos ter uma pequena impressão no local do pacemaker ou mesmo dor (aí toma-se qualquer coisa para a dor…e passa). Dependendo dos casos podemos ficar no hospital umas horas ou dias.

Devemos ter algum cuidado com o movimento do braço do lado onde o implante foi feito, o médico informará sobre os cuidados a ter. Nos dias a seguir á cirurgia, temos que mudar o penso e tirar os pontos. Se houver febre, ou a incisão ficar vermelha ou a drenar algum líquido devemos falar imediatamente com o médico. Felizmente comigo nunca aconteceu.

Os sintomas de ritmo anormal devem diminuir ou mesmo desaparecer. O médico vai-nos perguntar quais são as sensações que temos agora, para assim melhor poder ajustar a programação do pacemaker consoante as necessidades particulares de cada um.

Durante as visitas periódicas de seguimento, o médico vai usar um pequeno computador chamado programador, que comunica com o pacemaker. O médico vai usar este programador para ajustar os parâmetros do pacemaker. Isto demora uns minutos e não provoca qualquer dor.

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Vivências

O que acontece durante a cirurgia

A cirurgia normalmente tem lugar numa sala apropriada, com o equipamento e o pessoal adequado. É-nos pedido que no deitemos na cama, os nossos braços devem estar ao longo do corpo e permanecerem quietos ao longo da cirurgia. O nosso peito é então lavado novamente e levamos uma injecção no local onde vai ser feito o implante. O médico vai tocando na área e perguntando se estamos a perder a sensibilidade no peito abaixo do ombro.

Existem dois métodos de implantação e o médico escolherá um baseado na idade, condições de saúde e estilo de vida do paciente.

No mais comum, os fios que ligam o gerador aos cateteres que ficam dentro do coração são passados através de uma veia. Se ouvir os médicos e enfermeiros  falar acerca de uns números, significa que estão a fazer testes e estão a ler os resultados. A certa altura, o médico vai-lhe pedir que tussa com força, para verificar, através do raio X, que os cateteres estão bem colocados e não se deslocam ao tossir. No final, o pacemaker fica debaixo da pele na parte superior do tórax mesmo junto ao ombro.

A outra possibilidade de implantação é fazer uma incisão junto ao coração de forma a expor a parte exterior do coração e o cateter é colocado directamente na superfície do coração. Isto é feito normalmente sob anestesia total e o gerador é colocado debaixo da pele na parte superior do abdómen.

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Vivências

 Como nos devemos preparar para esta cirurgia

Não devemos comer e beber nas horas que antecedem a operação, isto pelo facto de termos que levar uma anestesia e este ser procedimento habitual em qualquer cirurgia. Também nos dão um pequeno sedativo para estarmos relaxados durante a cirurgia.

Normalmente, os pacemakers são implantados mesmo debaixo da pele, no peito abaixo do ombro. Esta parte do corpo é barbeada, lavada, limpa o mais possível e pintada com um desinfectante.

 Complicações e Riscos

Como em qualquer cirurgia, há sempre a hipótese de algo correr menos bem e haver complicações. Pelo que me dizem, as complicações típicas na implantação de pacemakers não põe em perigo de vida a o paciente mas requerem uma repetição da operação ou uma permanência mais alongada no hospital .As complicações mais comuns incluem hemorragias, infecções, problemas nos fios que ligam o gerador aos eléctrodos, ou problemas a seguir à cirurgia no pacemaker. As complicações ocorrem em menos de 1% dos casos.

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