Monday, December 10, 2007

História

Afinal a data de implantação do 1º pacemaker em Portugal, que escrevi no último post, parece não ser a correcta! Recebi um email, em que me informam que o primeiro pacemaker que foi implantado em Portugal, foi em 21 de Março de 1962, no Sanatório do Lumiar, por Décio Ferreira.
Aqui fica a correcção e o agradecimento a quem me enviou o email.
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Sunday, December 9, 2007

História

O 1º pacemaker a ser implentado em Portugal, foi em 3 de Abril de 1973, no Hospital de Santa Marta. O que hoje é vulgar e frequente, teve na altura honras de primeira capa nos jornais. O pacemaker foi importado da Holanda, tendo a operação demorado algumas horas e a recuperação sido lenta e difícil.
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Tuesday, September 18, 2007

Tecnologia

Como tenho vindo a escrever, um pacemaker simples é um aparelho estimulador, um gerador, que é introduzido no corpo e que está ligado a um fio que segue pelo interior de uma veia até à ponta do ventrículo.
Aí o contacto metálico com a parede do coração vai estimular o músculo. Digamos que uma pessoa que tem deficiente estimulação cardíaca, se há uma falha no gerador cardíaco, porque o coração é um órgão com electricidade, o pacemaker está lá, e vai dando 60 ou 70 estímulos por minuto que é aquilo que o doente precisa.

Há pessoas que vivem exclusivamente dependentes de um pacemaker.
Entretanto, os aparelhos foram evoluindo ao longo dos anos.
A grande inovação no pacemaker é a telemetria que possibilita a comunicação entre médico e o aparelho através de um programador com rádio-frequência.
O equipamento não só permite visualizar todos os registos do batimento cardíaco, que ali ficam gravados (à semelhança dum disco rígido de um computador), como tem capacidade para levar até vários softwares diferentes, conforme as necessidades de um paciente, e de receber upgrades, sem que o paciente precise de ser operado. Ou seja, hoje podem fazer-se upgrades ao pacemaker como a qualquer PC.
Por outro lado com este equipamento se houver algum problema com o pacemaker é possível transmitir o sinal para qualquer parte do mundo. Para onde tiver a casa mãe que vai fazer uma análise do que se está a passar, do que está bem ou mal e como é que se deve reprogramar o pacemaker.

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Friday, August 31, 2007

inFormação

Há uma dúvida que as pessoas que não têm pacemaker, normalmente colocam que é a questão de como se troca a bateria do pacemaker? Pois, quando é necessário trocar a bateria, temos que trocar o pacemaker também. É uma operação identica á da colocação do pacemaker pela primeira vez, excepto que não é necessário a introdução dos electrodos que levam o sinal do pacemaker ao(s) cateter(es) que estão no coração.

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Tuesday, August 28, 2007

inFormação

Hoje em dia, quando colocamos um pacemaker sabemos que é necessário passado alguns anos mudar a bateria do mesmo. Acontece que existem várias equipas a trabalhar na possibilidade de que o pacemaker do futuro, não necessite de bateria! Tal vai ser possível, porque os pacemakers vão ter um micro-gerador que produz electricidade sempre que o paciente se move.

Só falta saber quando estes pacemakers vão estar disponíveis….

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Monday, August 13, 2007

inFormação

Denominação dos tipos de gerador
Perante o enorme avanço da tecnologia dos pacemakers, com múltiplas possibilidades de programação, múltiplos modos de estimulação, verificou-se que o melhor seria criar um código universal para que as funções de qualquer aparelho fossem claras para todos. Assim convencionou-se um código de letras em que:
O – nenhuma;
A – aurícula;
V – ventrículo;
I – inibido;
D – Dual (2câmaras);
R – resposta em frequência

1ª Letra representa a câmara estimulada
2ª Letra representa a câmara em que se faz a detecção
3ª Letra representa o tipo de resposta à detecção
4ª Letra representa a resposta em frequência
Alguns autores tem tentado acrescentar mais uma ou duas letras para definirem as novas funções dos geradores o que não tem sido consensual. Assim, e como exemplo: VVI (eléctrodo implantado no ventrículo, estimulação do ventrículo e inibido perante o ritmo ventricular espontâneo. VVIR( igual ao anterior mas a frequência é variável de acordo com as necessidades), DDD (1 eléctrodo na aurícula e outro no ventrículo, estimulação de ambas as câmaras e inibe-se perante o ritmo espontâneo quer da aurícula quer do ventrículo), DDDR( igual ao anterior mas com resposta em frequência), VDD (trata-se de uma modalidade especial em que existe somente 1 electrocateter implantado no ventrículo e que dispõe de um sensor localizado na aurícula. Este sensor vai captar as ondas emitidas pela aurícula, mais propriamente pelo nódulo sinusal estimulando o ventrículo com a frequência dessas ondas. Inibe-se perante o ritmo espontâneo de ambas as câmaras). fonte:APPPCDIs

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Monday, August 6, 2007

Implantação de um pacemaker

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Saturday, June 30, 2007

inFormação

Pacemaker Transvenoso Externo

O primeiro sistema de pacemaker extracorpóreo transvenoso foi implantado num doente em 1958. O catéter de estimulação pôde ser utilizado durante 13 semanas.
Tal foi conseguido por uma dupla de médicos S. Furman e G. Robison, que desenvolveram o método de estimulação intracardíaca transvenosa.

 

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Monday, June 25, 2007

inFormação

Como nós portadores sabemos, um pacemaker é um equipamento que envia estímulos eléctricos para o coração.

Tal como nós humanos, também os animais por vezes necessitam de um pacemakers, para resolver os seus problemas cardíacos. Como os preços destes equipamentos são altos, na medicina veterinária são colocados pacemakers vindos de dadores humanos.

Em Portugal muito poucas pessoas terão a disponibilidade financeira para  adquirir um Pacemaker novo para colocar por exemplo num cão. Por isso recorre-se a dadores. A vida útil que ainda existe na bateria de um pacemaker usado de um humano, serve perfeitamente na maior parte dos casos para a esperança média de vida de um animal.

Os Estados Unidos e a Inglaterra encontram-se entre os países com maior número de colocações em animais.

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